Coluna produzida pelo jornalista Chico Barney:

O primeiro “Domingão do Faustão” de 2019 apresentou um especial onde grandes sumidades da cultura popular comeram pizza enquanto relembravam momentos pessoais importantes no programa, que completa 30 anos em março.

Dentre os convidados, figuras ilustres como Juliana Paes, Tiago Leifert, Lília Cabral e o glorioso Luan Santana. Faustão aproveitou o ensejo para relembrar a performance icônica do cantor do “Troféu Domingão” ao longo dos 10 anos que separam o lançamento de “Meteoro da Paixão” e a presente data.

Santana foi laureado com praticamente um prêmio por ano, como se fosse uma espécie de Meryl Streep dos trópicos. Nada mais merecido. Não existe artista popular com um repertório  tão consistente quanto o cantor. Comparar com qualquer outro seria até covardia. Ao enfileirar 10 anos de sucessos em um “baladão” ao lado das bailarinas, ficou fácil vislumbrar que pertence a Luan Santana o posto de sucessor do Roberto Carlos. É o grande porta-voz do romance na atualidade, e tem tudo para se tornar o maior de todos em um futuro próximo.

Seguindo o caminho de importantes nomes do passado, Santana também começou a apresentar um programa musical na Globo em 2018. Independente da qualidade discutível do “Só Toca Top”, ter uma atração televisiva como plataforma foi importante para figuras como Roberto Carlos e a Jovem Guarda, passando por Caetano Veloso, Chico Buarque e toda a galera do pagode nos anos 90.

Por:  Chico Barney, colunista do Uol

Publicado por Equipe PLS - Arquivado em Notícias, Turnê 1977