O Hospital de Câncer de Barretos (SP) inaugurou uma nova unidade com centro cirúrgico para 20 tipos de procedimentos de pequena complexidade, que deve reduzir o índice de internações e ampliar em 15% a quantidade de operações realizadas.

A nova ala, que aplica o conceito de hospital-dia, leva o nome do cantor Luan Santana, apoiador do complexo de saúde há sete anos. Ele esteve na cerimônia de inauguração nesta quinta-feira (13), ao lado do ministro da Saúde, Ricardo Barros.

“Um momento como esse é muito especial, porque, além de a gente ter uma história juntos, está ajudando o hospital. Um pavilhão de cirurgias rápidas, onde o paciente chega, faz a cirurgia e vai embora no mesmo dia”, explicou o cantor.

 

 

Referência nacional em tratamento pelo Sistema Único de Saúde (SUS), o HC de Barretos foi fundado há 55 anos e atende 6 mil pessoas por dia. A instituição possui 4,5 mil funcionários, entre médicos e colaboradores.

Em 2016, o hospital realizou em sua rede de unidades 829.081 atendimentos de pacientes de mais de 2 mil municípios e diagnosticou 14,2 mil novos casos de câncer. Em março, o hospital também inaugurou o primeiro centro de pesquisa molécular para prevenção do câncer do país.

Pavilhão Luan Santana

A nova ala do Hospital de Câncer de Barretos tem cinco salas com capacidade para realizar 28 cirurgias por dia, dentre as quais: biópsias, inclusive de medula óssea e ortopedia, conização, curetagem, histeroscopia, enxerto de pele, entre outras.

Além disso, o espaço conta com uma sala para recuperação pós-anestésica com seis leitos, e um hospital dia, com mais seis leitos.

Pavilhão Luan Santana, no Hospital de Câncer de Barretos, SP (Foto: Chico Escolano/EPTV)

A principal diferença em relação aos outros pavimentos é a agilidade para liberação do paciente, que poderá voltar para casa no mesmo dia. Processo que deve reduzir a espera e aumento em 15% a quantidade de cirurgias realizadas.

“É o centro mais humanizado do hospital. Essas pessoas iam ficar dois dias internadas. Hoje elas operam de manhã e vão embora à tarde. Eu perco R$ 2 mil por paciente, mas esse é o caminho nosso, é humanizar”, afirmou o presidente da Fundação Pio XII, mantenedora do Hospital de Câncer, Henrique Prata.

Por: Globo

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